Paróquia da Sagrada Família da Pontinha

Bem-vindo à nossa paróquia

A capela da Sagrada Família da Pontinha foi construída durante os anos de 1951, 52 e 53, para servir os cristãos que vieram residir no Bairro Social Dr. Mário Madeira. É um edifício modesto, de traço simples e sem adornos, mas de acústica maravilhosa. Foi erguida num lugar sobranceiro, para que todos os habitantes do novo bairro pudessem vê-la de suas casas.

Há nela três aspectos artísticos a salientar:
1º - Os doze vitrais, assinados pelo grande pintor do nosso século Júlio Pomar, e talvez sua obra única de cariz religioso; representando os arcanjos S. Miguel e S. Rafael, S. José, Sta Cecília, Sta Isabel de Portugal, S. João Baptista, S. Pedro, Sta Filomena, Sta Clara, S. João de Deus, Sto António e Sagrada Família.

2º - O Painel do Altar-Mor, representando a Sagrada Família, e que é da autoria do pintor madeirense Domingos Rebelo. Nele estão também representadas os habitantes deste bairro, envergando a indumentária que idenfica as respectivas profissões, numa atitude de contemplação e veneração da Sagrada Família, que ocupa o lugar centrai, ao cimo do painel.

3º - O colorido Mosaico que contorna e encima a fonte baptismal, à entrada da Igreja e do lado direito, feito em estilo bizantino, e que representa o Baptismo de Jesus no rio Jordão.

Embora canonicamente erecta em paróquia (28 de Junho de 1971) e com pároco próprio (11 de Outubro de 1976), o seu principal lugar de culto, que é agora Igreja Paroquial, continuava a pertencer à Assembleia Distrital de Lisboa, assim como todo o bairro onde estava construída. Essa situação viria a alterar-se a 4 de Novembro de 1984 com a escritura da doação da Capela da Sagrada Família da Pontinha à Fábrica da Igreja Paroquial da Pontinha, organismo jurídico que a representa junto das instâncias civis.

Texto para reflexão no Ano paulino

A SALVAÇÃO VEM DE DEUS

Anuncia Jesus Cristo, partindo de Abraão, e mostra os desígnios de Deus através de Moisés e dos Profetas. Parte da contemplação das maravilhas do cosmo para chegar a Deus, seu princípio e inteligência ordenadora.
Paulo afirma que a salvação não é conquistada pelo esforço e empenho do homem, mas é dom gratuito de Deus. O Espírito de Deus e de Cristo é que se apodera do homem e se torna o seu guia interior e inspirador, no caminho indicado por Jesus. No concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, reconhece-se que a salvação só vem de Jesus e do seu Espírito, e que não é necessário impor aos convertidos do paganismo a circuncisão e a observância de outras práticas hebraicas da lei de Moisés. (Gl 2,7-9)
Para Paulo a salvação vem de Deus, através de Jesus Cristo, e não através da lei de Moisés.